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Justiça quer explicação para aumento em itens da cesta básica; veja quem são os “vilões” dos preços - LUZIÂNIA

Justiça quer explicação para aumento em itens da cesta básica; veja quem são os “vilões” dos preços

O assunto do momento é a questão do preço de produtos da cesta básica. O IPCA, divulgado nesta quarta-feira, 9, pelo IBGE, subiu 0,24%.

Para tentar diminuir os preços, choque de oferta e cobrança de explicações, o Ministério da Justiça deu 5 dias para que grandes redes de supermercados e produtores expliquem os elevados reajustes de itens da cesta básica.

Enquanto isso, o governo decidiu zerar o imposto de importação de 400 mil toneladas de arroz até dezembro, como afirmou a ministra da agricultura em entrevista à Rádio Bandeirantes.

“Com isso a gente vai ter tranquilidade para que não tenhamos nenhuma surpresa (…) as estimativas de safra do arroz são muito boas para os próximos anos, e a colheita começa daqui a pouco, já em janeiro do ano que vem, então acho que com isso o mercado deve dar uma estabilizada nesse momento”, pontuou.

“Vilões” 

Não é só o arroz que preocupa o governo. Feijão, óleo de soja, leite e carne também são acompanhados de perto. Um comitê de diversos ministérios foi formado para monitorar o valor dos produtos da cesta básica e adotar medidas para evitar uma disparada nos preços.

Segundo as informações mais recentes do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), os produtos com alta de preço médio no mês foram:

Tomate: 28,78%

Óleo de soja: 14,18%

Arroz agulhinha: 6,31%

Leite integral: 3,68%

Carne bovina de primeira: 3,37%

Banana: 2,76%

Café: 1,34%

Manteiga: 1,12%

Pão francês: 0,23%

“Substituição temporária” do arroz

O ministro da Economia, Paulo Guedes, se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro quatro vezes nesta quarta-feira. Em uma delas, estava com o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que sugeriu uma substituição temporária para o consumo de arroz na mesa do brasileiro.

“Nós demos como sugestão promover o macarrão, as massas, como substituição para essa fase aí, até entrar esse arroz e regular o mercado”, afirmou João Sanzovo Neto.

FonteBand.

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