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Estudiosos indicam que as formações têm origem em erosões e tem idade de 290 milhões de anos, diz publicação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A ação do vento ao longo do tempo foi responsável por esculpir as figuras nas pedras, informa o IBGE.
Considerada o cartão postal do município, a Pedra do Cálice está entre os atrativos mais buscados pelos visitantes. Sem outras formações ao redor, a pedra se destaca de forma imponente na paisagem.
Na mesma região, há ainda outras formações como a Pedra da Tartaruga, do Chapéu e de Bigórnia. “Tem ainda uma pedra que dizem que se parece com um macaco. Cada um olha de um jeito”, contou o guia de turismo da cidade Walber Shelley Ramos da Silva.
As rochas ficam na Serra das Galés e na Serra da Portaria, que formam o Parque Estadual de Paraúna.
Foi na Serra da Portaria que pesquisadores descobriram, em 2021, que dinossauros viveram na região. A confirmação veio a partir da descoberta de um dente de um dinossauro do tipo terópodes – espécies bíbedes carnívoras ou onívoras (que comiam de tudo).
Além das pedras esculpidas pelo vento, um atrativo com pedras empilhadas também chama a atenção dos visitantes. De acordo com Walber, acredita-se que povos incas e maias habitaram a região. Eles construíram a muralha com 15 quilômetros de extensão para funcionar como um divisor de águas, considerou o guia.
“As pedras que usaram não existem aqui na região. Ninguém sabe de onde vieram. Elas pesam um, duas toneladas, e foram pregadas com óleo de baleia”, relatou o guia.
Os atrativos estão localizados dentro do Parque Estadual de Paraúna, que é formado pela Serra das Galés e pela Serra da Portaria.
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Muralha de Pedra, em Goiás — Foto: Weimer Carvalho/O Popular